sexta-feira, 3 de junho de 2011

As pessoas estão realmente piores?

Olá! Caramba cara, como ta empoeirado isso aqui, peraí... Um ano sem postar! GOD! hehe... Enfim, não tenho obrigação com essa bagaça mesmo ^^.
Bem, senti uma vontade tremenda de escrever... Cara, perambulando pela internet nessa minha fase ociosa pré-faculdade, encontrei algumas coisas que me fizeram pensar. (Me desculpem, tenho certeza que vou fazer esse texto bem diferente dos antigos, faz tempo que não escrevo, to longe da escola faz tempo, sacumé, né?) Enfim, eu estava observando as pessoas, as reações delas perante varias situações, onde achei umas coisas muito absurdas...
As pessoas hoje em dia estão com a mania de dizer que o mundo está diferente, que as pessoas estão ficando más, que não se tem mais amor ao próprio, que estão matando a torto e direito e bla-bla-bla... 
Gente, a natureza humana sempre foi assim. Acredito que o que mudou foi a forma de encararmos as coisas. Hoje em dia, quando uma pessoa mata outra pessoa inocente é uma coisa de outro mundo, todo mundo chora, revolta, grita... Mas e na época da escravidão, quem era inocente? Tá, pode até parecer clichê, mas essa época passou faz tempo e as pessoas eram sim, muito más. Matava-se a troco de nada, pensa bem, SE VENDIA GENTE PELA COR - é muito absurdo quando se pensa de verdade no assunto. Eu sei que isso ainda existe, mas é crime, antes era, alias, a igreja apoiava (não que isso seja grande coisa). Eu me recuso a aceitar que tem pessoas que dizem que a humanidade era melhor! Na época da Santa Inquisição, se matava milhões por conta de meias palavras, torturavam, queimavam por causa de opiniões diferentes.
Mas porque as pessoas estão piores hoje, ao olhar da grande parte das pessoas? Mídia. Imediatismo. Todo dia são milhares de informações engolidas pelas pessoas que ficam bitoladas, alienadas. Nos noticiários sabemos de coisas que estão acontecendonum beco escuro de uma cidade pequena lá da China. E ao vivo, agora! Como não se assustar com as coisas que estão acontecendo? É claro que assusta. Só que aconteciam coisas que com certeza nos assustariam a 100, 200 anos atrás que não ficamos sabendo, ou então que sabemos mas não pensamos sobre o assunto. 
Sabe, eu não sou muito pessimista quanto a humanidade, o que eu penso é que sempre a geração atual acredita estar nos extremos. 'Eu ainda vou ver o fim do mundo', 'Nunca que eu vi uma coisa dessas acontecer' 'Nunca que teve algum caso assim na história da... ' Isso soa pra mim tão vazio, tão inconsistente. Nós não temos o poder de saber o que aconteceu ha centenas de anos para poder comparar com o que acontece hoje.
Nos meus humildes “achismos”, eu penso que as pessoas estão tentando buscar com essas conclusões, alguma razão de não como ‘estão as coisas’, mas como ‘são as coisas’. Mascaramos nossas incertezas, medos e duvidas sobre o que são as coisas, com a mentira de como elas estão (calma, eu vou explicar). Acreditamos que estamos caminhando para algum lugar, quando na verdade, penso eu, estamos apenas vivendo, existindo, amando, matando... Resumindo, sempre procurando uma linha para caminharmos para que não pareçamos tão perdidos, quando na verdade isso é uma ilusão, que morremos acreditando. Procuramos estar indo para algum lugar, buscando um ideal conjunto, uma sina, quando na verdade estamos sozinhos, cada um em seu mundo, acreditando nas suas verdades e tentando esquecer que somos um pó no meio desse universo.
Deveríamos amar mais, sorrir mais, SER mais. Procurar o que nos faz feliz e seguir por esse rumo, nós mesmos traçarmos o nosso destino e preocuparmos menos com coisas que não podemos fazer nada a respeito. Vamos ser feliz geeente!

domingo, 11 de abril de 2010

O fim está próximo! (de novo)

Desastres, enchentes, catátrofes. 2012, fim do mundo. Será mesmo? Você já parou pra pensar no motivo? Pensando no ciclo natural do próprio universo e também da natureza, onde tudo gira em torno da necessidade, o homem pensante criou seu próprio meio de vivência baseando em suas vontades. A natureza por si só tem sua metamorfose singular e permanente, onde vão acontecendo suas mudanças naturais.
Usaremos como base o atual estado que se encontra a cidade do Rio de Janeiro. Enchente e deslizamento de terra. Onde houve o deslizamento, por exemplo. Imagine se não tivesse nenhuma casa construída naquele local, como seria interpretado esse episódio? E as enchentes? São males da civilização. Algo normal onde se tem um falho sistema urbano.
Por que antes não haviam tantos relatos de catástrofes ou absurdos cometidos pelos próprios seres humanos? Simples, antes não tínhamos esse mosntruoso sistema de comunicação, onde cada acontecimento pode rodar o mundo em alguns minutos. O medo e a insegurança vem um pouco desse exagero de informações onde engolimos a cada segundo.
Agora voltemos a natureza. Não discordo que o ser humano esteja estragando o meio em que vive, mas a própria terra tem alterações tanto climáticas como geológicas. Pensem na Pangéia, ela é uma das grandes provas que o mundo está em constante transformação (também poderia citar a Era Glacial). O mundo tem suas mudanças e o bicho homem ainda tem muito pouco tempo no planeta (segundo dados, a terra tem 4,56 bilhões de anos e o homem - homo sapiens - apenas 200 mil) para se achar o causador de todos os problemas. A extinção do homem pode até ser possível pela própria mudança da terra, gerando outros seres que também habitarão o planeta azul, mas acreditar que na pré determinação desses fatos para punir o homo sapiens é um pensamento um tanto quanto egocêntrico.
1997, 1999 e 2000, você se lembra dessas datas? A população mundial acreditava, na época, nessa história de 'fim do mundo'. Pena que temos a memória muito fraca pra nos lembrar de todas as vezes em que o mundo acabou em nossas estatísticas. Isso porque eu citei apenas essas três, mas existem mais de 60 datas em que acreditavam que o mundo acabaria, mas ainda assim sempre persistimos na ideia de que "dessa vez vai".
Quer um conselho? Relaxe, cuide da sua saúde e se informe melhor. Não importa se sua morte vai ser hoje, amanhã, em 2012 (rs) ou em 2075, o importante é que você viveu bem e tranquilo. Independente disso, cada ser humano tem muito pouco tempo na terra para perder o sono com essas bobagens. Seu sopro de vida, seu espaço de tempo está correndo, faça sua filosofia e sua razão para vida, para que quando o seu fim chegar, você estar certo de que viveu plenamente. Agora, me vê whisky, por favor?

sábado, 27 de março de 2010

Papinho esperto e Republicação de 'Por que a crença?'

Bom pessoal, desculpa por nenhum post, estou um pouco sem inspiração. 
Estou já pensando sobre o novo tema da próxima postagem, que será a morte.
Se alguem tiver algum tema interessante, não deixe de opinar, rs, apesar que eu acho que ninguém vai opinar ¬¬
Enfim, estou demorando mas espero que a próxima valha a pena de ser lida :D
Enquanto isso vou postar uma postagem mais antiga minha aqui para você conhecer um pouco mais sobre o começo do blog, essa foi a minha primeira postagem.
Espero que gostem! Até!

Por que a crença?

 Há um tempo atrás, quando acabara de me tornar atéia eu ficava questionando o porquê de tantas pessoas terem essa crença baseada em fatos tão absurdos. Foi quando fechei meus olhos para os meus próprios pensamentos antes permeados, acreditava que eu cria por ser criança, assim sendo, não entendia a razão para tantas pessoas crerem, mesmo sendo intelectualmente capaz de rever e reformular seus conceitos. Foi aí, pensando sobre isso que comecei a entender.
A frase "Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar." de Carl Saga, me abriu muito a cabeça. Eu discutia com crentes no intuito de mostrarem a eles a incoerência em que acreditavam, a farsa tão clara e exposta que teimam em sancionar, mas quanto mais eu analisava, mais via que não adianta tentar converter um crente de coisa alguma, se antes este não tiver disposto de entender e debater os fatos que você apresentaria.
Mas muitas das vezes o motivo da crença é um motivo de carência. Eu entendo que a visão de que esteja sozinho e isolado no mundo é perturbadora e que uma pessoa muitas vezes não consegue digerir tal idéia e colocam um terceiro para amortecer esse pensamentos. Deus é também uma base, um meio de aliviar as pessoas de certas tensões, muitas vezes têm a desculpa de que 'deus quis assim', ou até 'ele sabe o que faz' para amortecer fatos que não suportaria aguenta-los de outra forma, por isso ja desisti de tentar converter pessoas, por saber que tirar esta base, esse alicerce de alguém é muito cruel. Expondo minhas idéias neste blog, lerá quem se interessar, então não estou falando diretamente com ninguém.
Acreditar também é uma forma de fechar os olhos para a visão de finitude do ser humano. A idéia de finitude nunca foi bem digerida pelos crentes. A efemeridade da vida combinada com um fim definitivo, não é uma suposição suportável de se conviver.
Resumindo, a religião por si só não convenceria ninguém. Mas juntando ao sentido racional, o medo e a carência de um indivíduo, esse embolado de respostas fáceis são um prato cheio para qualquer pessoa que tenha indolência de pensar por si próprio.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Meu conceito sobre Preconceito

O conceito em si, é fundamental para qualquer relacionamento do ser humano. Seja ele sobre uma pessoa, um carro, uma viajem, um animal, conceitos são estipulados por todos para fins óbvios.
Mas, infelizmente, a maioria dos seres humanos usa um conceito já estipulado para definir pessoas ou coisas que nem conhecem, o que ditamos como preconceito.
O conceito é (ou deveria ser) individual, uma coisa única que tomamos a nós. Ele é alterado pelo tempo e pelas circunstâncias. Mas ele não deve ser confundido com características, características, digo, as que são generalizadas por simplesmente ser. Uma cobra venenosa, por exemplo, ela é perigosa por sua característica, e qualquer uma vai ser, não por causa de um conceito e sim por ser de sua natureza.
Já o preconceito é uma ilusão que os seres humanos criaram para ocupar mais tempo em sua miserável vida. Encontramos características fantasiadas em uma pessoa por motivos e ideias tão chulas que é até cômico quando se pensa realmente nos fatos.
O que eu quero dizer com essa ladainha toda, é que o ser humano tem que conseguir distinguir, sente a necessidade de se rotular, de ter certeza do que é, de pensar ‘eu estou acima’ e se portar como, ou então ver isso nas outras pessoas.
A necessidade de se auto-afirmar perante as outras pessoas é tão grande que usam conceitos prontos e fáceis para que a maioria entenda e aceite a pessoa na sociedade. O preconceito infelizmente já domina o pensamento do ser humano, isso é meio mecânico, natural.
A regra é que a gente precisa de ocupar a cabeça, ao invés de criar, de conhecer, fuçar, duvidar. A regra da sociedade é ser igual.       
Meu velho ídolo já dizia: melhor ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Concordo.


(Sinceramente, felizes são os cachorros. Nem autoconsciência tem para se rebaixarem ou se elevarem por ser da raça que são. Não se importam com a aparência, com a condição financeira, só gostam mesmo de fazer um social...)



Eu sei.. Este post ficou muito ruim e sem muitos argumentos, no próximo eu caprixo mais, nem queria ter postado ele, mas meu blog ta muito desatualizado...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Feliz 2010!

A todos vocês, leitores do meu blog, um ótimo 2010!
Queria dizer que vou tentar postar mais coisas esse ano, e o assunto do próximo post será Preconceito.
Por enquanto não dá para eu postar, mas logo que for possível, escreverei ele...
Estou sem inspiração, mas já comecei a refletir sobre o assunto e logo terão um texto quentinho aqui!
Até mais pessoal, feliz 2010!